A vida de quem cruza o Pacífico

Viver em outro país é uma aventura e um processo intenso. Ao longo de textos do Além do Mar você vai perceber que frases assim são bem comuns, pois acredito que a vivência com outra cultura pode trazer bons aprendizados. Não é uma decisão fácil, requer muito planejamento e um pouco de tempo para escutar o coração também. E, claro, não é todo mundo que consegue dar esse passo, seja por questões socioeconômicas, seja por outros motivos mais complexos. Pensando nisso, resolvi conhecer a história de brasileiras que adotaram a Nova Zelândia como um lar. Ao longo do mês de agosto e setembro, além do conteúdo semanal, você vai conferir o relato de mulheres e famílias que foram realizar sonhos, buscar um novo caminho na vida e criar raízes. São histórias com prós e contras e dicas para quem está pensando no assunto. Para acompanhar é só seguir o Além do Mar nas mídias sociais (Instagram e Facebook). Confira a série completa aqui: Da bagagem feita ao sonho – Lidia EliasUma carioca no “interior” da Nova Zelândia – Fernanda Fontenelle “Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver” (Amyr Klink) Comentários Siga o Além do Mar